A melanina protege a pele? Conheça a ciência por trás da redução de manchas e as causas da hiperpigmentação.
Aplica protetor solar com frequência e usa séruns de redução de manchas, mas as manchas no rosto insistem em reaparecer? Frequentemente, tratamos a “melanina” como a grande vilã do clareamento cutâneo. No entanto, do ponto de vista da fisiologia da pele, sabia que a melanina é, originalmente, um dos mecanismos de defesa mais importantes do organismo? A formação de manchas escuras serve para absorver e dispersar parte dos raios ultravioleta, reduzindo os danos que os raios UV causam às células. Por isso, a Greenvines lançou seu primeiro “Sérum Clareador de Reconciliação”, que vai além dos ácidos exfoliantes como método principal de tratamento, convidando-nos a repensar a origem da melanina e das manchas.
A melanina é realmente tão má? Ela é o “guarda-sol” natural da pele

Above Quando o equilíbrio entre a produção, transferência e metabolismo da melanina é perdido, a exposição solar e inflamações podem tornar a pigmentação mais visível devido à melanina. (Foto via Getty Images)
Sempre que falamos de clareamento, “inibir a melanina” é a palavra-chave mais ouvida, o que gera a falsa impressão de que “quanto menos melanina, melhor”. Na realidade, a melanina desempenha uma função vital de fotoproteção, absorvendo e dispersando radiação UV e participando na redução de danos celulares. Estudos mostram que tons de pele mais escuros contêm níveis mais altos de melanina epidérmica, oferecendo capacidades de fotoproteção natural distintas. É importante notar que o número de melanócitos é praticamente semelhante entre diferentes etnias; a diferença reside na quantidade, tipo, tamanho e distribuição da melanina.
Pense na melanina como um “guarda-sol” biológico: quando a pele recebe estímulos de radiação, ela ativa a produção de melanina, e o bronzeamento é, na verdade, uma reação de proteção. O problema surge quando fatores como exposição excessiva ao sol, inflamações, hormônios e envelhecimento desequilibram a produção e a renovação da melanina, resultando em manchas visíveis causadas pela melanina.
Apenas “bloquear a melanina”? Existem outros caminhos para a pele
Já que a melanina é necessária, como tratar as manchas de forma eficaz? Atualmente, os métodos são diversificados, incluindo a regulação da síntese de melanina, a modulação da sua transferência, o estímulo à renovação epidérmica, o combate a inflamações, além de tratamentos com ácidos, lasers e terapias energéticas. A abordagem depende inteiramente da causa da mancha.
O uso de ácidos é comum para promover a renovação celular, mas a concentração e a frequência devem ser monitoradas, pois a irritação excessiva pode causar inflamação, aumentando o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória, especialmente em peles asiáticas que produzem melanina mais facilmente.
Pesquisa com 6.000 pessoas: por que mais de 90% estão insatisfeitas com resultados de clareamento?

Above A Greenvines aborda a redução de manchas focando na “reconciliação com a melanina”, incentivando o entendimento da função fisiológica da melanina. (Foto via Greenvines)
Como o tratamento de manchas é um desafio constante, a Greenvines realizou uma pesquisa com mais de 6.000 consumidores antes do lançamento. Os resultados revelaram que mais de 90% dos entrevistados estavam insatisfeitos com os resultados de produtos anteriores, com metade admitindo que os usavam apenas por uma sensação de conforto, e apenas 5% sentiam resultados visíveis. Isso demonstra que muitos consumidores, ao tentar reduzir a melanina, ainda não compreendem profundamente as causas de suas manchas ou como os ingredientes específicos agem nos seus processos biológicos.
Em “reconciliação” com a melanina

Above A Greenvines lança seu primeiro sérum clareador, propondo um novo conceito de cuidado baseado no entendimento da melanina. (Foto via Tatler)

Above O sérum foca na renovação da pele e na gestão da melanina, sem depender apenas da esfoliação ácida. (Foto via Tatler)
A “reconciliação” não significa desistir do tratamento, mas mudar o foco da luta contra a melanina para a gestão da pigmentação já formada e a renovação da pele. Para isso, a Greenvines colaborou com especialistas marinhos na França para criar um novo ingrediente: a crithmum maritimum da Bretanha. Inspirado na defesa natural das plantas contra o sol, o extrato torna-se o núcleo deste sérum, que possui uma textura leve e pode ser aplicado logo após a limpeza, antes de outros hidratantes ou óleos.
Funciona para todos os tipos de pele? Manchas de sol, melasma e cicatrizes de acne exigem abordagens diferentes
Manchas solares e marcas escuras pós-inflamatórias podem ser atenuadas com proteção solar e cuidados adequados, mas sardas (genéticas) e melasma (hormonal) exigem estratégias distintas. É essencial entender que cicatrizes vermelhas de acne envolvem vasos sanguíneos, sendo diferentes de manchas de melanina castanhas. Identificar o tipo de mancha antes de comprar qualquer produto é fundamental.
Ao compreender o papel da melanina, nosso objetivo passa a ser a redução de depósitos desnecessários de pigmento, mantendo a saúde da pele sem eliminar completamente essa barreira protetora. Independentemente do método escolhido, o uso diário de protetor solar com FPS 30 ou superior continua sendo o pilar mais importante na prevenção de novas manchas de melanina.
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